Moeda
O outro dia estava a falar com a moça de língua (para variar. Acaso errei na minha profissão). Sem querermos, saiu desse mundo das Ideias de que falava Platão certo símil que gostaria de pôr neste blogue, aguardando que sirva para ajudar os anti-reintegracionistas a olhar a questão da língua doutro jeito.
Colhamos duas moedas de... 2 euros, por exemplo. É possível topar entre elas inúmeras pequenas diferenças. Tantas que se pode dizer que são distintas. Porém, existe algo comum às duas: a essência, o material de que estão feitas. A maior parte da sua forma, os componentes, tudo é comum para as duas moedas. Excepto esses ínfimos detalhes que as fão únicas e irrepetíveis.
Trasladando o símil à língua, esses pequenos detalhes podem ser variantes dialectais (especialmente formas verbais), léxico específico, etc. Porém, o material de que estão feitos é o mesmo. Esquecêndomos a diversidade de ortografias que há actualmente para grafar a versão aquém-Minho do português -que afinal não deixam de ser arbitrárias-, não há diferenças formais.
Aguardo que esta palhaçada ajude alguma pessoa com prejuízos a perdê-los.
Colhamos duas moedas de... 2 euros, por exemplo. É possível topar entre elas inúmeras pequenas diferenças. Tantas que se pode dizer que são distintas. Porém, existe algo comum às duas: a essência, o material de que estão feitas. A maior parte da sua forma, os componentes, tudo é comum para as duas moedas. Excepto esses ínfimos detalhes que as fão únicas e irrepetíveis.
Trasladando o símil à língua, esses pequenos detalhes podem ser variantes dialectais (especialmente formas verbais), léxico específico, etc. Porém, o material de que estão feitos é o mesmo. Esquecêndomos a diversidade de ortografias que há actualmente para grafar a versão aquém-Minho do português -que afinal não deixam de ser arbitrárias-, não há diferenças formais.
Aguardo que esta palhaçada ajude alguma pessoa com prejuízos a perdê-los.





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